Quem é a Brito e Pauluci
Não é loja. Não é concreteira. É quem entra na obra e entrega o piso.
A gente avalia o que está embaixo, prepara a base e executa o piso — com equipe e equipamento próprios, em Maringá e no Norte do Paraná.

Dois anos de empresa. É pouco.
E é exatamente por isso que a gente mostra a obra inteira em vez de só a foto bonita do fim. Quem tem trinta anos de mercado pode se dar ao luxo de mostrar só o resultado. A gente prefere mostrar o processo — o terreno como chegou, a base sendo compactada, a alisadora na mão do nosso pessoal.
Se você está comparando orçamento, peça isso a todo mundo: foto da base antes do concreto. É a parte que some das propostas, é a que mais pesa no preço, e é a que decide se o seu piso vai estar inteiro daqui a cinco anos.
O método
O que a gente faz igual em toda obra
A base é avaliada antes de orçar
Preço sem ver a condição do solo ou da laje é um número que muda depois. A avaliação não é formalidade: é o item que mais mexe no custo final.
O acabamento se escolhe pelo uso
Desempenado, polido ou lapidado conforme o ambiente, o tráfego e a rotina de manutenção — não pelo que é mais caro nem pelo que é mais rápido.
A gente diz o que não faz
Piso queimado e piso epóxi a gente não executa. Prefere dizer antes a aceitar a obra e repassar pra terceiro.
O prazo de cura entra no cronograma
Combinado antes da obra começar. Não é detalhe que o cliente descobre no dia em que ia usar o galpão.
Estrutura e equipamento
Em piso industrial, equipamento próprio vale mais que ano de fundação
Alisadora própria significa não depender de aluguel e não ajustar o cronograma da sua obra ao de outra. E significa que quem opera é do time — não é diarista que aprendeu no dia.
[A COMPLETAR — equipe, equipamentos e capacidade aproximada em m² por dia. Maykon vai buscar com o cliente.]
Os sócios
Brito e Pauluci são duas pessoas
[A COMPLETAR — quem é Brito, quem é Pauluci e o que cada um faz na operação. É o bloco que mais gera confiança em obra contratada por conversa, e o que explica o nome da empresa.]
Uma obra, do começo ao fim
Todo mundo mostra a foto do piso pronto. A gente mostra o que veio antes.
Piso bom não começa no concreto — começa no que está embaixo dele. Por isso aqui você vê a obra inteira, na ordem em que ela acontece.
01 · ANTESO terreno como ele chega
Solo solto, entulho, desnível. É daqui que sai o piso — e é aqui que a maioria dos problemas nasce.
02 · EXECUÇÃOConcreto e alisadora
Lançamento, nivelamento e acabamento na janela em que o concreto ainda aceita trabalho. Equipamento próprio.
03 · ENTREGUEPiso pronto pra uso
Plano, com junta no lugar certo e prazo de liberação combinado antes — não descoberto no dia.
04 · POLIDOQuando o acabamento é polido
A superfície do próprio concreto trabalhada até fechar. Menos poeira, mais luz, limpeza mais fácil.
Onde atendemos
Base em Maringá, obra em todo o Norte do Paraná
O que dizem quem já contratou
“Precisávamos trocar o piso do barracão sem parar a expedição. Fizeram por setor, à noite, e a gente carregou caminhão no dia seguinte.”
[EXEMPLO] Nome do cliente · Distribuidora · Sarandi“Vieram olhar a laje antes de mandar preço. Foi o único orçamento que explicou por que o nosso caso precisava de preparação a mais.”
[EXEMPLO] Nome do cliente · Indústria de alimentos · Maringá“O piso tinha 12 anos e estava manchado. Lapidaram em três dias e ficou melhor do que eu esperava pelo que custou.”
[EXEMPLO] Nome do cliente · Oficina · MarialvaVamos avaliar
Manda os dados da obra
Cidade, metragem aproximada e uma foto do local. Com isso a gente diz o que a sua obra precisa, o que muda no preço e se dá pra fazer com o galpão rodando.
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